Partido NOVO
Flávia Faulstich
A Candidata

Quem é Flávia Faulstich

Flávia Faulstich nasceu e foi criada em Contagem, Minas Gerais.

Enfermeira de carreira, com MBA em Auditoria em Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas, Flávia construiu a vida na rede pública de saúde e atua como enfermeira no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte — o maior hospital de urgência e referência em trauma na América Latina, parte da rede estadual (FHEMIG). Flávia também foi professora universitária de enfermagem na rede Pitágoras/Anhanguera, formando novas gerações de profissionais da saúde.

Flávia é idealizadora do movimento Mulheres que Transformam e da iniciativa Sexta na Feira, projetos voltados ao fortalecimento do empreendedorismo feminino, da economia local e da geração de oportunidades para mulheres empreendedoras. É presidente da Câmara de Empreendedorismo Feminino da ACIC (Associação Comercial e Industrial de Contagem).

Em 2024, Flávia foi candidata a vice-prefeita de Contagem na chapa de Junio Amaral (PL), pela coligação "Pelo Bem de Contagem" (PL/NOVO), representando o Partido NOVO. A chapa recebeu 120.376 votos e ficou em segundo lugar.

Flávia atua em torno de um conjunto coerente de pautas: saúde digna e eficiente, valorização da família, empreendedorismo, liberdade econômica e desenvolvimento social. Em 2026, é candidata a deputada estadual por Minas Gerais pelo Partido NOVO, defendendo propostas ligadas à saúde, ao empreendedorismo, à proteção da mulher e ao desenvolvimento de Contagem e de Minas Gerais.

Flávia com Jair Bolsonaro em ato de campanha, 2024
Flávia em plantão na UTI
Flávia em evento de empreendedorismo feminino
Flávia ao lado de Jair Bolsonaro em carreata em Contagem, 2024
O mandato

O que faz uma deputada estadual

O deputado estadual é um dos 77 parlamentares que formam a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O trabalho se concentra em três funções, todas previstas na Constituição: ---

Legislar

Propor, discutir, emendar e votar as leis estaduais — projetos de lei, resoluções e propostas de emenda à Constituição do Estado — que valem para toda Minas Gerais. A análise acontece nas sessões plenárias e, principalmente, nas comissões.

Fiscalizar

A função mais importante e a mais esquecida: controlar o Executivo. Cabe ao parlamentar julgar as contas anuais do governador, acompanhar a execução do orçamento, examinar contratos e a folha pública, convocar secretários e, quando necessário, abrir CPIs. É a fiscalização que cobra resultado de cada real do contribuinte e expõe o desperdício onde ele existe.

Destinar recursos

A cada ano, o deputado vota o orçamento do Estado e apresenta emendas, direcionando verba para saúde, educação, infraestrutura e projetos.

Princípios

Princípios que orientam as propostas

  • Liberdade com responsabilidade: o cidadão no centro, o Estado a serviço das pessoas — não o contrário.
  • Livre mercado e quem produz: menos burocracia e mais segurança para quem trabalha, empreende e gera emprego. O melhor programa social é o emprego.
  • Estado enxuto e eficiente: foco no essencial — saúde, educação e segurança — com cada real bem gasto e resultado medido.
  • Gestão baseada em evidências: priorizar o que já foi testado e funciona, não promessa nova sem comprovação.
  • Responsabilidade fiscal: todo gasto vira imposto ou dívida amanhã; gasto público se justifica pelo resultado que entrega.
  • Transparência e combate a privilégios: o dinheiro público beneficia todos, não os apadrinhados. Prestar contas é obrigação, não favor.

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Propostas

As bandeiras e as propostas

Quatro bandeiras para Minas Gerais e seus municípios. Veja o problema, os objetivos e as propostas de cada uma.

Conheça as propostas
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As bandeiras e as propostas

Deputada Estadual de Minas Gerais · Eleições 2026 · Partido NOVO

01

Desenvolvimento Econômico

Minas Gerais é a terceira maior economia do Brasil, com um parque industrial diversificado, forte presença do agronegócio e da mineração e uma ampla rede de comércio e serviços. Esse potencial, porém, convive com os mesmos entraves que afetam o país inteiro: a burocracia que dificulta abrir e manter um negócio, a complexidade dos tributos federais, estaduais e municipais e a insegurança jurídica, que reduz a previsibilidade de quem decide investir e contratar.

Boa parte desse peso vem do chamado Custo Brasil — o conjunto de ineficiências estruturais estimado em cerca de 22% do PIB, mais de R$ 1,5 trilhão por ano que se perde antes mesmo de qualquer produto sair da fábrica. No ranking internacional de liberdade econômica, o país aparece na casa da 117ª posição. Reduzir esse custo, no que é competência estadual, é o caminho para que a iniciativa privada invista mais, produza mais e gere mais emprego e renda em Minas.

Objetivos

  1. Tornar Minas e Contagem mais competitivas para atrair investimento.
  2. Qualificar o trabalhador para as vagas que a economia já oferece.
  3. Reduzir o Custo Brasil no que é competência estadual.
  4. Poder público como parceiro de quem produz, não obstáculo.

Principais propostas — Estadual / Federal atuação direta da deputada

  • Aprovar e fortalecer a Lei de Liberdade Econômica estadual, ampliando as atividades de baixo risco dispensadas de licenças e alvarás.
  • Estabelecer prazos máximos com aprovação tácita: se o Estado não responde no prazo, o pedido é autorizado.
  • Integrar Minas plenamente à REDESIM, abertura, alteração e baixa 100% digital.
  • Expandir a educação técnica no modelo Trilhas de Futuro, com o Sistema S e metas de empregabilidade.
  • Ampliar o microcrédito produtivo orientado e regulamentar o Cadastro de Garantias.

Principais propostas — Municipal defesa e articulação via emenda

  • Apoiar a Lei de Liberdade Econômica municipal e as Salas do Empreendedor nas regionais periféricas.
  • Destinar emendas para infraestrutura produtiva e para os corredores de mobilidade do polo industrial.
  • Articular uma política ativa de atração de investimentos, parques em parceria público-privada.
  • Fomentar feirões e centrais de emprego que conectem o trabalhador às vagas.

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02

Empreendedorismo

Abrir e tocar um negócio no Brasil ainda é para poucos corajosos. O país carrega uma das maiores dificuldades para empreender do mundo: excesso de exigências, tempo e dinheiro perdidos só para formalizar uma empresa, e uma legislação que muda o tempo todo. Num mercado muito regulado, sobra risco e falta incentivo para quem quer criar.

Some-se a isso o gargalo do crédito. Com um custo de capital entre os mais altos do mundo, mais de 50 milhões de brasileiros — informais e microempreendedores — esbarram na assimetria de informação e na falta de garantias para conseguir um empréstimo, mesmo tendo renda e movimentando a economia todos os dias. Para a mulher que empreende, junta-se ainda a conta de sempre: sem creche, falta tempo para trabalhar e crescer. Empreender, aqui, é abrir a porta — e mantê-la aberta para quem historicamente ficou de fora.

Objetivos

  1. Abrir, operar e fechar uma empresa de forma rápida, digital e barata.
  2. Ampliar o acesso a crédito para quem tem pouca garantia.
  3. Destravar o empreendedorismo feminino: capacitação, rede, mercado e creche.
  4. Formalizar quem está na informalidade.

Principais propostas — Estadual / Federal atuação direta da deputada

  • Balcão único digital e integração à REDESIM para abrir, alterar e fechar empresa sem peregrinação.
  • Ampliar o microcrédito produtivo orientado via parcerias com instituições privadas.
  • Criar linhas estaduais de microcrédito e capacitação dedicadas a empreendedoras.
  • Institucionalizar feiras e vitrines de empreendedorismo feminino (modelo Sexta na Feira).

Principais propostas — Municipal defesa e articulação via emenda

  • Salas do Empreendedor nas oito regionais, com foco nas periferias e no atendimento a mulheres.
  • Apoiar feirões e vitrines locais (parceria com a ACIC e a rede Mulheres que Transformam).
  • Programa de capacitação e mentoria para empreendedoras iniciantes.
  • Transparência das filas de creche e ampliação de vagas, a creche libera a mãe para trabalhar.

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03

Saúde

Cerca de 7 em cada 10 brasileiros dependem exclusivamente do SUS — e é na fila que eles pagam a conta da ineficiência. A espera por cirurgias eletivas cresceu 26% em 2024 e, em muitos casos, já se conta em anos. Mesmo com recordes de procedimentos realizados, as filas seguem crescendo em números absolutos — sinal de que o gargalo é de gestão, não só de recurso.

Na média e alta complexidade, que é competência do Estado, a rede é fragmentada entre município, estado e União, sem integração de dados, e investe mais no caro e no depois do que no que previne. A resposta não é gastar mais do mesmo: é integrar, profissionalizar a gestão e medir resultado, para que cada real chegue ao cuidado — e não ao ralo.

Objetivos

  1. Reduzir as filas de exames, consultas especializadas e cirurgias na Grande BH.
  2. Colocar a atenção primária e a prevenção como prioridade.
  3. Profissionalizar a gestão dos hospitais estaduais, com auditoria.
  4. Valorizar quem cuida, enfermagem e equipes de saúde.

Principais propostas — Estadual / Federal atuação direta da deputada

  • Criar plataformas regionais de gestão de filas, com critério clínico de prioridade.
  • Ampliar mutirões de especialidades, exames e cirurgias; usar telemedicina e tele-UTI.
  • Profissionalizar a gestão dos hospitais estaduais por seleção técnica e metas de desempenho.
  • Fortalecer a auditoria estadual para evitar fraude e desperdício na rede.

Principais propostas — Municipal defesa e articulação via emenda

  • Destinar emendas para custeio e equipamento das UPAs e da rede dos municípios.
  • Apoiar a integração dos sistemas de saúde municipal e estadual (consórcios).
  • Fomentar triagem digital, prontuário único e exames rápidos (POC) nas UBS.
  • Apoiar horário estendido das UBS e a busca ativa de vacinação.

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04

Educação

O Brasil universalizou o acesso à escola, mas ainda patina no que importa: o aprendizado. No PISA, cerca de 68% dos estudantes não demonstram habilidades básicas de matemática, metade vai mal em leitura e o país figura entre as 20 piores posições entre 79 avaliados. A alfabetização na idade certa regrediu e a evasão no Ensino Médio segue alta.

Ao mesmo tempo, falta conexão com o mundo do trabalho: só uma minoria dos alunos do Ensino Médio está no ensino técnico, enquanto sobram vagas por falta de qualificação. E, na primeira infância, a fila da creche trava não só a criança, mas a mãe que precisa trabalhar. Educação não é gasto: é o investimento com maior retorno — desde que cobrado por resultado, e não por intenção.

Objetivos

  1. Garantir creche e pré-escola para quem precisa.
  2. Alfabetizar na idade certa e recuperar a aprendizagem.
  3. Expandir o ensino técnico conectado às vagas reais.
  4. Profissionalizar a gestão escolar e valorizar o professor por resultado.

Principais propostas — Estadual / Federal atuação direta da deputada

  • Expandir o Trilhas de Futuro, com o Sistema S e o setor produtivo, orientado pela demanda de cada região.
  • Ampliar o Ensino Médio em tempo integral, que comprovadamente eleva a aprendizagem.
  • Gestão escolar meritocrática: seleção técnica de diretores, avaliação e bonificação por resultado.
  • Combater a evasão com comunicação ativa acionada por dados de faltas.
  • Ampliar creche e pré-escola via PPPs e vouchers, com gestão informatizada da fila.

Principais propostas — Municipal defesa e articulação via emenda

  • Eliminar a fila da creche nos municípios, com transparência total da fila.
  • Emendas para programas intensivos de alfabetização e reforço nos primeiros anos.
  • Conectar as escolas técnicas dos municípios às vagas do polo industrial.

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