Desenvolvimento Econômico
Minas Gerais é a terceira maior economia do Brasil, com um parque industrial diversificado, forte presença do agronegócio e da mineração e uma ampla rede de comércio e serviços. Esse potencial, porém, convive com os mesmos entraves que afetam o país inteiro: a burocracia que dificulta abrir e manter um negócio, a complexidade dos tributos federais, estaduais e municipais e a insegurança jurídica, que reduz a previsibilidade de quem decide investir e contratar.
Boa parte desse peso vem do chamado Custo Brasil — o conjunto de ineficiências estruturais estimado em cerca de 22% do PIB, mais de R$ 1,5 trilhão por ano que se perde antes mesmo de qualquer produto sair da fábrica. No ranking internacional de liberdade econômica, o país aparece na casa da 117ª posição. Reduzir esse custo, no que é competência estadual, é o caminho para que a iniciativa privada invista mais, produza mais e gere mais emprego e renda em Minas.
Objetivos
- Tornar Minas e Contagem mais competitivas para atrair investimento.
- Qualificar o trabalhador para as vagas que a economia já oferece.
- Reduzir o Custo Brasil no que é competência estadual.
- Poder público como parceiro de quem produz, não obstáculo.
Principais propostas — Estadual / Federal atuação direta da deputada
- Aprovar e fortalecer a Lei de Liberdade Econômica estadual, ampliando as atividades de baixo risco dispensadas de licenças e alvarás.
- Estabelecer prazos máximos com aprovação tácita: se o Estado não responde no prazo, o pedido é autorizado.
- Integrar Minas plenamente à REDESIM, abertura, alteração e baixa 100% digital.
- Expandir a educação técnica no modelo Trilhas de Futuro, com o Sistema S e metas de empregabilidade.
- Ampliar o microcrédito produtivo orientado e regulamentar o Cadastro de Garantias.
Principais propostas — Municipal defesa e articulação via emenda
- Apoiar a Lei de Liberdade Econômica municipal e as Salas do Empreendedor nas regionais periféricas.
- Destinar emendas para infraestrutura produtiva e para os corredores de mobilidade do polo industrial.
- Articular uma política ativa de atração de investimentos, parques em parceria público-privada.
- Fomentar feirões e centrais de emprego que conectem o trabalhador às vagas.
---